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domingo, 20 de maio de 2012

Ukiyo-e: Retratos do Mundo Flutuante

Boa Tarde minna! Tudo bem com vocês? Espero que sim!! Para consagrar a minha volta ao blog, um post sobre cultura japonesa! Já disse no blog sobre um famoso pintor de Ukiyo-e. Katsushika Hokusai foi i homem que pintou o quadro "A Grande Onda de Kanagawa". Mas hoje, eu vou falar sobre o estilo de pintura Ukiyo-e.

Ukiyo-e é um tipo de estampa, semelhante a xilografura, que foi desenvolvida no Japão na Era Edo (1603-1867). No ínicio era chamada de Imagens de um mundo triste pois retratava uma coisa séria. Mas depois de virar bem popular, os seus artistas começaram a pintar coisas fantasiosas e por isso agora é conhecida como Retratos do Mundo Flutuante.


O Ukiyo-e difundiu-se rapidamente devido à facilidade em ser produzido em massa. Suas obras eram adquiridas principalmente pelos comerciantes burgueses, que geralmente não eram ricos o bastante para encomendar uma pintura original. O tema original do Ukiyo-e era a vida urbana, especificamente atividades e cenas da área do entretenimento: belas cortesãs, lutadores de sumô e atores populares retratados quando ocupados em atividades interessantes. Mais tarde as paisagens também se tornaram populares.

As gravuras, de um modo geral, eram feitas da seguinte maneira:

  1. O artista produzia um desenho matriz usando tinta;

  2. Um assistente, então chamado de hikkō, criaria um traço (hanshita) do mestre;

  3. Os artesãos colam esse desenho (hanshita) com a frente para baixo num bloco de madeira. Em seguida talham o bloco nas áreas onde o papel estava em branco, deixando o desenho invertido como uma cópia em relevo no bloco, mas eliminando o desenho original;

  4. Este bloco era colorido e impresso, fazendo cópias próximas à exatidão do desenho original;

  5. Estas cópias por sua vez eram coladas, com a frente para baixo em outros blocos e aquelas áreas da obra que deviam ser impressas em uma cor específica eram deixadas em relevo. Cada um destes blocos imprimiria ao menos uma cor no projeto final;

  6. A combinação resultante dos blocos de madeira eram recoberta em cores diferentes e impressas sequencialmente no papel. A impressão final firma as impressões dos blocos anteriores, sendo que alguns podem ser impressos mais de uma vez para obter uma maior profundidade da cor.




Houve uma época que, retratos de cortesãs, geishas e atores foram proibidos. Porém, depois de um certo tempo, voltaram a ser publicados após a legalização.

Mas, com a chegada das fotos, o Ukiyo-e saiu de moda e foi deixado de lado. Porém o Ukiyo-e influenciou alguns artistas expressionistas do século XIX (19).

 


Uma coisa muito popular no Ukiyo-e era mostrar o sexo. Ao invés de ser uma coisa em que quase ninguém falava, era o contrário, uma das coisas mais comuns. Porém, quando algum artista fizesse algo muito implícito, ele era punido. Normalmente eles expressavam o sexo como uma imagem da primavera, conhecida como Shunga lá no Japão, que era um eufemismo para o sexo.













Fonte: 01 02


Espero que tenham gostado do post! :D Ah sim, não se esqueçam de comentar!! Um abraço a todos!! Até mais

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Katsushika Hokusai

A Pedidos de amigos, vim lhes trazer aqui o meu trabalho de artes sobre um pintor que fez auto-retrato! Como amo o Japão, quando a professora nos passou o trabalho, pensei logo em procurar algum artista que havia feito um auto-retrato, mas que fosse japonês! Quem achei foi Katsushika Hokusai


Katsushika Hokusai (葛飾北斎) Nasceu no Vigésimo Terceiro dia do Nono mês do décimo ano do período Horeki (na contagem normal, por volta de outubro ou novembro de 1760) filho de uma artesã e de um fabricante de espelho (que possivelmente fabricava para o atual Shogun Tokugawa Ieharu (徳川家治) governava).
Hokusai começou a pintar por volta dos seus seis anos de idade, possivelmente aprendendo a arte de seu pai, cujo trabalho sobre espelhos também incluía a pintura de desenhos em torno dos espelhos.
Aos Doze anos de idade foi enviado por seu pai para trabalhar em uma livraria e biblioteca de emprestimos, um tipo de instituição popular nas cidades japonesas, onde os livros de leitura feitos blocos de madeira de corte eram um entretenimento popular das classes média e alta.
Aos 18 anos de idade foi aceito no estúdio de Katsukawa Shunshou. Shunshou era um artista de ukiyo-e, um estilo de gravuras e pinturas em bloco de madeira, e, por esse estilo que Hokusai ficou tão conhecido. Ukiyo-e, tal como praticada por artistas como Shunshou, focava em imagens de cortesãs e atores Kabuki que eram populares nas cidades do Japão naquela época.
Depois de um ano, o nome de Hokusai foi mudado pela primeira vez, quando ele foi apelidado Shunrou por seu mestre. Foi sob esse nome que ele publicou seus primeiros trabalhos, uma série de gravuras de atores Kabuki publicadas em 1779. Foi nesta época que ele pintou o quadro acima "Auto-retrato como pescador".


Hokusai casou-se com sua primeira esposa, de quem se sabe muito pouco, exceto que ela morreu no início de 1790. Ele iria se casar novamente em 1797, embora esta segunda mulher também morreu após um curto período de tempo. Ele teve dois filhos e três filhas com estas duas mulheres, e sua filha caçula, Sakae, também conhecida como Ooi, acabou por se tornar um artista como o pai.

Seu mestre, Shunshou veio a falecer em 1793 e Hokusai começou a explorar outros estilos de arte, incluindo estilos europeus que ele revelou através de gravuras de cobre francês e holandês que ele havia conseguido adquirir. Esse interesse pelos novos estilos de arte o fez ser expulso da escola. Este evento foi, em suas próprias palavras, fonte de inspiração: "O que realmente motivou o desenvolvimento do meu estilo artístico foi o constrangimento que sofri nas mãos de Shunkou"


Os trabalhos mais conhecidos de Hokusai são:

  • "Hokusai Manga", este trabalho é uma série de estudo de movimentos, expressões que Hokusai faz em suas viagens(O termo "manga" é utilizada de uma maneira diferente da maneira atual. Chama-se "manga" por se tratar de uma caricaturalização da realidade).
  • "As trinta e seis vistas do Monte Fuji", nesta série esta presente a gravura mais conhecida deste artista "A Grande Onda de Kanagawa".
  • "As Cem vistas do Monte Fuji" série publicada após sua morte.



Katsushika faleceu em 10 de Maio de 1849. Posteriormente, cópias de suas ilustrações foram levadas ao mundo ocidental, conta a lenda que Felix Bracquemont descobre algumas páginas do " Hokusai Manga" servindo como proteção para cerâmicas japonesas em um mercado local da França. O mesmo acontece com Manet. Hokusai foi um entre tantos artistas de Ukiyo-e que influenciaram movimentos da Europa como o Impressionismo, pós-impressionismo, e art nouveau. A esta influência é dado o nome de Japonismo.


É isso minna! Espero que tenham gostado do trabalho que fiz!
Eu explicando a história dele foi muito engraçado... não consigo ficar parado!! hehehe!
Até mais minna

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Especial História do Japão - Período Edo

Olá minna, muito boa noite!!
Espero que vocês me perdoem por não ter postado ontem, mas cheguei muito tarde em casa, e estava cansado... ^}^

Continuando... Este será o Ultimo Período que irei falar, por ser o maior...

o Período Edo durou por volta de 300 anos. Durante todos esses anos, os Tokugawa governaram a nação, graças as bases, implantadas por Tokugawa Reyatsu. Ele exterminou os Toyotomi e se apoderou definitivamente do poder. Estabeleceu-se na antiga cidade de Edo (atual Tokyo), e recebeu o Titulo de Shogun.
Enquanto isso, Toyotomi Hideyori, que foi derrotado, procurou reunir forças para reconquistar o poder. A noticia chegou aos ouvidos de Reyatsu, que, imediatamente, mandou tropas para o castelo de Osaka. De inicio, nada adiantou pois o Castelo de Osaka é 'envolto' por uma grande fortaleza, que havia sido construida com toda perfeição. Então, Reyatsu propôs a Hideyori que fizessem a paz, com a condição de aterrar os canais principais (que impediu com que a tropa entrasse no Castelo). A proposta foi aceita, e Hideyori aterrou os canais, deixando o Castelo, totalmente indefeso. Reyatsu não cumpriu sua promessa e quebrou o acordo atacando o Castelo, com a maior facilidade, fazendo que Hideyori se suicidasse junto a sua família.

Reyatsu zelou muito pelo poder conquistado. Estudou e planejou cuidadosamente as normas de seu governo, procurando não repetir as falhas cometidas pelos antecessores. Os governantes regionais, ou seja, os senhores feudais, foram classificados em três grupos: o primeiro, formado por seus parentes; o segundo, pelos vassalos originais e o terceiro, também por vassalos, porém os que vieram a se incorporar apos a vitória da batalha de Seki-ga Hara. Ieyassu distribuiu seus parentes e vassalos de confiança pelos pontos estratégicos da nação a fim de reduzir o perigo de rebeliões e conspirações. Procurou ligar à sua família os senhores que possuíam grande poder, mediante enlaces matrimoniais. Todos os territórios foram divididos com precaução, de maneira que ninguém pudesse ter oportunidade para se revoltar contra o governo central.


Os Antecessores de Reyatsu no governo japonês permitiram normalmente os privilégios do Cristianismo no Japão. Hideyori tinha medo da conquista do Japão por estrangeiros. Em 1596, um Navio Espanhol, que se dirigia ao México(antigamente conhecido como Nova Espanha), foi forçado a atracar no porto Japonês de Urado. Conversando com um tripulante do navio, soube-se que a Espanha usava o Cristianismo para conquistar as colonias. Esta informação foi passada imediatamente ao Shogun Hideyori que logo disse para os Jesuítas sairem do Japão. Muitos recusaram e foram crucificados em público.
Tokugawa Reiatsu também temeu o Cristianismo, mas em virtude do seu interesse em comercializar com os Europeus, não impôs com rigidez a lei anti-cristã. A Igreja no japão não obedecia as ordens feudais da época. Por esse motivo, em 1939 os portos foram fechados e proibiram o Cristianismo no Japão.

Após a Morte de Reyatsu, seu sucessor foi o Shogun Tokugawa Tsunayoshi, um grande estudioso. Sua preocupação com a cultura foi ao extremo fazendo com que ele perdesse todo o interesse pelo governo. Neste tempo, aumentou o nível de vida da cidade e os samurais foram forçados a aderir ao sistema de luxo. Porém, os guerreiros eram simples consumidores e não produziam nada, e logo tiveram que enfrentar um problema economico. A decadência dos samurais era invevitável. A longa paz trazia desemprego para muitos deles, que tinham de viver em plena miséria. A classe dos guerreiros antigos era superior, teoricamente, porém, na realidade, era a mais miserável.

Com a formação do Governo de Tokugawa, a cidade de Edo passou a ser um dos centros culturais do Japão. Surgiram grupos de escritores que deram um belo "colorido" à literatura. Os principais foram Takizawa Bakin, Jippensha ikku e Shikitei Samba. no "haiku", poesia que contém 17 sílabas, destacavam-se os famosos poetas Yossano Busson e Kobayashi Issa. Divulgou-se também, nesta época, as Poesias "Senryu" e "Kyoka" que eram poesias satíricas e humorósticas, que o poco gozava e criticava o governo, assim como fizeram os Trovadores em Galego-Português.
Nas artes figurativas, desenvolveram o "ukiyo-e", a xilografura em cores que representava cenas da vida cotidiana.

Também foi no Período Edo que surjiram os Ninjas.


gostaram?? Espero que sim... minha mão está doendo!!
Já já, mais posts!!


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Especial História do Japão - Período Sengoku

No fins do período de Muromachi, a vida dos lavradores se tornava cada vez mais difícil, pois o governo aumentou a cota dos tributos, e eles não podiam mais viver naquelas condições. Iniciou-se então algumas manifestações de camponeses contra os governantes, houve uma Rebelião!
O inicio desta se deu em 1485, na Região de Kyoto. Todos os camponeses de 15 a 60 anos participaram do motim para boicotar os tiranos da época Feudal no Japão! Outros lavradores, de outras regiões, ao saberem destas manifestações, começaram, também, a defender seus direitos. Muitas das manifestações foram lideradas por Ex-Samurais e intelectuais.

Também houve a introdução da arma de Fogo, trazida em 1543 por um navio português, que vinha da Tailandia com destino a China, porém uma pequena tempestade fez com que ele fosse levado à costa Japonesa. Foi a primeira vez que os Europeus pisavam em solo Nipponico.
Os Japoneses ficaram impressionados ao ver aquelas pessoas de fisionomia e trajes diferentes dos deles, e ficaram assustados, quando os portugueses fizeram a demostração do uso da Espingarda. Os Japoneses da época pensavam que eles tinham poderes mágicos. Existe um documento escrito, onde diz a descrição da arma e o nome de dois portugueses: Francisco e Crista da Mota.
Anos depois, a arma de fogo passou a ser conhecida no país inteiro e com o nome de Tanegashima.

Com a chegada dos Lusitanos, que eram Cristãos, foi introduzido no Japão também (assim como eles fizeram com os indios do Brasil) em 1549, isto é, seis anos após a entrada das armas de fogo. Ela foi introduzida em Kagoshima, sul de Kyushu, pelo Padre Francisco Xavier. Neste mesmo ano, o Pe. Xavier conheceu um jovem japonês chamado Yajiro, do qual obteve informações sobre o Japão, Yajiro viveu com os Portugueses e sabia falar um pouco da nossa lingua. Padre Xavier traçou um plano de Catequização que deveria ser aplicado no Japão. Ele disse à uma carta enviada a Roma:

"Os Japoneses obedecem e seguem os seus superiores. Portanto, conseguindo converter os senhores de cada feudo, a fé cristã divulgar-se-á automaticamente entre o povo. Bem por isso, procurarei primeiramente converter os Senhores feudais. Como o Japão é terra de xintoistas e de budistas, precisa-se ter muita precaução no início da catequização para que o povo não perceba que o Cristianismo é uma religião completamente diferente da dele. Inicialmente, é preciso convencer aquela gente de que o Cristianismo também faz parte do ensinamento de Buda."
Tendo como Guia e Intérprete Yajiro, o Pe. Xavier conseguiu a autorização de Shimatsu, o Senhor de Kagoshima, e iniciou sua catequese, como se fosse um monte budista. Permaneceu 2 anos e meio no Japão e partiu em sua missão à China, onde veio a falecer anos depois. Mas sua estadia no Japão fez com que deixasse o Cristianismo na terra das Cerejeiras.

Próximo post - Período Edo

Especial História do Japão - Período de Muromachi

Boa noite galera!! Desculpem por adiar ainda mais um dia o término.. mas, são muitas coisas, e ontem estava meio que sem tempo!!

Continuando então...

A Hostilidade presente entre as cortes de Kyoto e de Yoshino prolongou-se durante mais meio século. Em 1392, o Shogun Ashikaga Yoshimitsu conseguiu uni-las, mediante um certo acordo. Assim feito o acordo, a paz voltou a reinar sobre o país. No inicio do Governo de Muromachi, o poder dos Ashikagas era bem restrito, mas na época de yoshimitsu, a base governamental já estava solidificada, e após o acordo, os valores culturais passaram a ser considerados. Yoshimitsu mandou construir o famoso Kinkaku-ji (Pavilhão Dourado) em Kyoto, e também o Hana no Gosho (Palácio das Flores).


 A cultura do período de Muromachi desenvolveu-se consideravelmente desde a época do Shogun Yoshimitsu até os dias de Yoshimassa. A principal particularidade daquela época foi à fusão da cultura dos guerreiros com a dos aristocratas, cujas características notam-se na dança ritual “Nôh” e na Cerimônia do Chá (Ochya no Yu).


A dança ritual “Nôh” teve origem num bailado primitivo chamado “Saru-gaku”, cujo inicio data dos fins do período de Heian. Aquela dança rústica foi evoluindo até criar o famoso “Nôh”, que Yoshimitsu muito prestigiou, patrocinando mestres notáveis como Kan-ami e Se-ami, pai e filho que determinaram o caráter e o estilo daquele bailado.


 Ficamos até o próximo post!! XD

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Especial História do Japão - Período de Nanboku-cho

Após os Ataques dos mongóis no Período de Kamakura, as grandes despesas para manter e locomover o exército deixaram em crise a economia Japonesa da época. Também, a corte e o governo (que antes eram meio que inimigos uns dos outros) se juntaram para defender a nação. Entretanto, quando terminou a Luta, voltaram às divergencias entre si!
Como a situação econômica não era a das melhores naquela época, o governo de Kamakura, que tinha gasto quase toda a suas reservas em guerra contra os mongóis, não pôde recompensar os soldados. Para piorar, Nesta ocasião, o Imperador Godaigo e seus ministros, aproveitaram da crise, e planejaram um golpe e o fizeram... Mas, a tentativa não deu muito certo, fazendo com que o golpe fosse um fracasso total. Este fracasso fez com que criassem um movimento: AntiKamakura! Este movimento foi guiado por alguns comandantes regionais, que não concordavam com aquele jeito de governar. Dentre eles estavam Ashikaga Takauji, Nitta Yoshissada, e outros... E eles conseguiram derrubar o Governo.

Basicamente isso que aconteceu no Período Nanboku-cho


Especial História do Japão - Período Kamakura

Olá minna! Tudo bem?? Como prometido, Hoje, continuarei com o Especial História do Japão!

Peço desculpas por não terminar ontem, mas, é muita coisa para postar, e em um dia isso não daria...além do mais, eu tive que sair do Computador, pois minha mãe estava querendo jogar a maldita Paciência Spider FUUUU... te mato maaae e.e 


Durante o Período Nakamura, estabeleceu-se, pela primeira vez, um governo militar, dando inicio ao Feudalismo no Japão! No Período anterior (Heian), houve a disputa entre duas potências, a dos Heishis e a dos Guenjis, onde os Guenjis saíram vitoriosos. O motivo da derrota dos Heishis foi o abandono da diciplina militar, onde eles passaram a imitar os aristocratas. Pelo contrário, o Chefe dos Guenjis, Minamoto no Yoritomo, procurou se afastar de Kyoto e estabeleceu sua sede em Kamakura. Ele recebeu o título de Shogun (General), e para consolidar seu governo, criou uma diciplina militar, implantando também a moral característica do Feudalismo: Relação entre Senhor e Vassalo.

Nesta época foi quando o Japão foi atacado pelo primeiro "bando" que não fosse daquele país. Os Mongóis, que então dominavam a China, atacaram o Japão, mas numa época onde houve muitas tempestades... fazendo com que muitos barcos afundassem!


Com a formação do Governo, o poder executivo, que antes pertencia somente à corte imperial, passou às mãos de novos dirigentes. Mas, o Imperador e os Cortesãos, estavam sempre esperando um momento para reconquistar o poder! Quando o Shogun foi assasinado e Kamakura estava em plena "crise", o ex-Imperador Gotoba e seus famíliares, deram ordens para o povo. Porém, a "ética" de samurai ainda existia, fazendo com que eles se revoltassem contra a corte, para defender o Primeiro Shogun. 

Enquanto o Feudalismo se consolidava, no continente visinho (Na China), a dinastia Yuan, fundada pelos mongóis, alcançou o apogeu(ou ápice, ou topo) de seu progresso. Era governada pelo Kublai Khan, neto do Famosíssimo Genghis Khan. 
Em 1274, houve o primeiro ataque. A força expedicionária de Yuan, composta por cerca de 40 Mil homens, desembarcou na praia de Hakata, ao norte da ilha de Kyushu. Até essa época, o Japão nunca havia sido atacado por um inimigo que não fosse do mesmo país. Antes mesmo que os Yuan chegassem a causar um grande estrago no Japão, houve uma tempestade muito forte, que naufragou 200 navios de sua frota, e danificou o restante. Mesmo depois da "derrota", Kublai Khan não desistiu e enviou outro exército ao Japão, composto, desta vez, por 140 Mil Homens, distribuidos (por volta de) 4.400 Navios. Mas, desta vez, um Grande vento (Furacão) passou por eles, não sobrando nenhum. Estes Furacões foram chamados de "Kami Kaze" (Kami = Deus e Kaze= Vento Kami Kaze = Vento dos Deuses), criando um conceito que o Japão era um país protegido por Divindades! 

Os mongóis tentariam novamente, mas a morte de seu lider, Kublai Khan, acarretou na mudança da Política da China.

ficamos por aqui neste (gigante) post! Até daqui a pouco! 

domingo, 7 de agosto de 2011

Especial História do Japão - Finalizando

Minna, vindo aqui para falar que, amanhã, Eu terminarei de postar, junto com a ajuda dos colaboradores! ^^

Especial História do Japão - Período Heian

Continuando !!


Em meados do período de Nara, foi decretada uma lei que doava todas as terras que viessem a ser desbravadas após o dia de sua promulgação. Aproveitando-se da nova lei, os eclesiásticos e os aristocratas que possuíam recursos começaram a assalariar os lavradores pobres para alargar as áreas de suas fazendas.
      Dessa maneira, surgiram os latifúndios, cujos proprietários começaram a fazer pressão sobre os pequenos lavradores, obrigando-os a entregar suas terras e a trabalhar como meeiros. Nessa situação, a lei agrária acabou perdendo seu efeito, porque até mesmo os oficiais regionais, mandados diretamente pela corte, tomaram-se latifundiários.

 Até o início do período de Heian, os elementos culturais da China eram freqüentemente importados pelo Japão. Todavia, quando a estirpe Fujiwara chegou ao auge de seu poderio, deu-se à interrupção dos contatos culturais com o Império Celeste, e conseqüentemente houve um desinteresse geral por aquele pais.
 Em tais circunstâncias, iniciou-se a assimilação, bem como a. adaptação dos elementos culturais chineses ao mundo nipônico. Antes de tudo, foi criado o alfabeto "Kana" que melhor podia exprimir o pensamento e a linguagem japonesa. Esse alfabeto foi dividido em dois estilos, formados com partes de ideogramas chineses: "hiragana" e "kata-kana". Com a criação do "kana", todos, inclusive as mulheres, tiveram oportunidade de exprimir graficamente seus pensamentos. Deu-se aí o aparecimento de um grupo de notáveis escritoras, como Murassaki Shikibu, Sei Shontgon e outras que deixaram importantes obras literárias, onde a graça do estilo une-se à sutil trama psicológica dos enredos. 

Naquele período, a caligrafia de pincel também teve seu incremento, junto ao desenvolvimento da poesia de 31 sílabas, o "waka". Na pintura, também se desenvolveram estilos tipicamente japoneses.

Como os dirigentes do governo central levavam uma vida desregrada, os oficiais regionais também procuravam imitá-los, donde resultou que a administração provincial terminou aos poucos na mais completa desordem e anarquia. Aproveitando-se da situação, grupos de piratas e bandoleiros atacavam e saqueavam as aldeias e as cidades.
       Para se defender dos assaltantes, cada fazenda teve que formar um corpo de guarda, composto de jovens selecionados entre as famílias que lá residiam. Tais jovens, que eram treinados na arte militar, deram origem a classe dos guerreiros: os samurais.
      Eles se organizaram mais tarde em grupos chefiados por descendentes de famílias nobres ou oficiais regionais. Entre eles, destacaram-se duas estirpes: a de Heishi, que descendera do Imperador Kanmu e a de Guenji, da linhagem do Imperador Seiwa. As duas famílias, desde cedo, tomaram-se rivais, procurando ambos expandir seu poder político e militar na capital de Kyoto.


Especial História do Japão - Período Nara

Boa noite minna, desculpem os atrasos de hoje, mas muita coisa acontecendo...

Continuando com a História do Japão...

Desde o Período Yamato era costume, cada soberano, quando tomava a posse, trocar a residência e a "sede" governamental. Porém isso foi fazendo com que as relações diplomaticas ficassem mais complexas, exigindo que tivessem uma capital permanente. Por esta Razão, em torno de 710 foi construida a capital em Nara (dando assim, o nome ao Período), a qual se tornou o centro político e cultural do Japão naquela época.

 Nas relações com o exterior, o Japão procurou estreitar os laços de amizade com a China para adquirir os elementos culturais mais desenvolvidos. Diplomatas e estudiosos foram enviado ao país vizinho. Foram eles que trouxeram a sabedoria do continente, a qual veio enriquecer o movimento de Nara.
     Entretanto, se na capital florescia a rica cultura chinesa, os camponeses, em sua maioria, se encontravam em plena miséria porque, além de contribuírem com os impostos sobre a terra e a produção, eram obrigados a executar diversos trabalhos para o governo provincial e os homens tinham, ainda, que prestar o serviço militar. Isto fez com que muitos lavradores abandonassem suas terras, tornando-se vagabundos e, como conseqüência, a produção de viveres começou a sofrer considerável queda. Esta situação deu oportunidade ao surgimento de muitos latifundiários que vieram a se unir aos aristocratas de grande influência e desfrutar de uma posição privilegiada na sociedade. Kojiki, Nihon-shoki e Manyô-shu. Antigamente, no inicio do Império, o Japão não possuía o alfabeto. Para documentar os acontecimentos da corte, havia um oficial encarregado de guardar tudo na memória. Aquele cargo era transmitido de pai para filho, para que os fatos sucedidos pudessem ser rememorados com exatidão.
No ano 712, quando a grafia chinesa foi adotada no Japão, Oo-no Yassumaro fez com que todos os acontecimentos memorizados por Hieda-no Are fossem transcritos, compilando assim os três volumes de Kojiki, o primeiro livro da história do Japão. Naquela obra encontram-se documentadas a mitologia sobre a criação do arquipélago nipônico e as primeiras crônicas da “Terra dos Deuses”, como também as lendas das conquistas do Império Yamato. Mais tarde, em 720, o Príncipe Toneri convocou um grupo de estudiosos que compilaram o Nihon-shoki, em 30 volumes, baseando-se no Kojiki e acrescentando alguns dados colhidos em várias regiões do país.
     Além desses dois clássicos, foram escritas e compiladas muitas obras célebres; entre elas, o Manyô-shu, em 20 volumes, na qual se encontram milhares de poesias japonesas de estilo “waka” (literalmente significa poesia em japonês), de 31 sílabas. Os autores dos verses pertenciam às diversas classes sociais, desde o Imperador até o simples lavrador. Por isso, pode-se considerar o Manyô-shu como uma verdadeira antologia em todos os sentidos.

O primeiro grupo de diplomatas do Império Yamato foi enviado à China no governo do Príncipe Shotoku. Muitos monges e estudantes fizeram parte da comitiva a fim de adquirir as novas idéias do continente, de que o Japão tanto necessitava.
     Anos depois, a dinastia Tang substituiu a de Sui, no governo da China, porém em nada se alterou o intercâmbio com o Japão, que continuava enviando os diplomatas em busca da sabedoria.
     No início dos contatos diplomáticos com o Continente Celeste, as frotas japonesas costeavam a península coreana para alcançarem determinado porto da China. Todavia, depois de Silla (país inimigo do Japão), ter conquistado o território coreano, as naus de Yamato foram obrigadas a fazer uma trajetória diversa: atravessar o imenso Mar da China, que apresentava perigos sem conta, como tempestades e calmarias, o que tornava as viagens muito inseguras. Mesmo assim, nada impedia os estudiosos de enfrentar toda e qualquer espécie de obstáculos para alcançar o seu objetivo. Muitos foram vitimados, ao passo que outros conseguiram trazer à sua terra natal aquilo pelo qual almejavam.

Está ai, algumas características e acontecimentos do Período Nara

Especial História do Japão - Periodo Yamato

Minna, malz o atraso!! Mas voltando aii com o #EspecialHistoriadoJapão

Até o Século 3, o Japão se encontrava dividido em Vários Países. Dentre eles, o País de Yamato, que por volta do século 4 acabou quase conquistando todas as áreas do Arquipélago. Yamato superou os outros países por ter instrumentos de Ferro, enquanto as demais, ainda usavam a pedra e o bronze. Suas terras planas e férteis e sua localização topográfica, que impedia qualquer entrada de invasores, ajudou também no seu progresso!

O Governo de Yamato adotou o sistema de clã para administrar o País. "Clãs eram grupos de famílias consangüíneas que formavam a classe dominante. Cada clã tinha um chefe que representava seu grupo na Corte Imperial, recebendo do Imperador um sobrenome equivalente a um título e um cargo ministerial que era transmitido de pai para filho."


O Império de Yamato estabeleceu sua força até a peninsula coreana, de onde importou numerosos elementos culturais, como o Kanji, o Confucionismo, o Budismo e as técnicas de Artesanato.
Porém, no fim do século 4, o sistema de clã começou a entrar em conflito politico e social. Foi nessa ocasião, que o Príncipe Shotoku tornou-se regente da Imperatriz Shiko, fazendo com que abolissem esse regime.

O Reino de Yamato surgiu na Região de Nara, no sul de Honshu. O Crescimento deste Reino foi paralelo ao desenvolvimento do cultivo de Arroz e sua expansão pelo território japonês.
Quem governava o Reino Yamato era a Rainha Himiko (No Japão antigo, era normal o governo ser dirigido por mulheres)


 Em várias regiões do Japão encontram-se sepulturas da antiguidade. São túmulos de pessoas nobres, como as pirâmides do Egito.
     Antes da formação do Império Yamato não havia separação das classes sociais. Por isso, todos trabalhavam unidos e os mortos também eram sepultados em igualdade. As classes sociais começaram a surgir após o estabelecimento do Império e o seu desenvolvimento.
     A partir dessa época, os homens foram divididos em duas categorias: a dominante e a subordinada. Essa discriminação passou também, automaticamente, ao culto dos mortos; os que viviam sob o jugo eram esquecidos para sempre depois de enterrados; mesmo após a morte, os nobres eram lembrados através de túmulos monumentais, onde se oficiavam rituais fúnebres. Desta data em diante, quanto mais nobre e poderoso era o falecido, maior o túmulo onde era sepultado com seus objetos de uso cotidiano.Na província de Osaka, encontra-se o maior entre os muitos túmulos descobertos até hoje: o do Imperador Nintoku, que foi construído no 3º século da era cristã. É um amontoado de terra, que forma uma colina artificial, cercado por três canais de largura considerável. O sepulcro é monumental, pois mede 30 metros de altura e ocupa uma área de 150 mil metros quadrados. Segundo o cálculo dos especialistas, 1.000 homens trabalhando diariamente levariam quatro anos para construí-lo. Esse costume durou até o século VI, quando foi substituído pelo da cremação, de origem budista.

Tumulo do imperador Nikotoku
     
A introdução oficial do Budismo no Japão data de 538 d.C., quando o rei San Ming, de Pêkché, pequena nação peninsular, enviou uma estátua de Buda e algumas “Sutras” (escrita sagrada do Budismo) ao imperador nipônico, como sinal de confraternização. Entretanto, já antes disso, o Budismo havia se infiltrado através dos imigrantes coreanos, que o praticavam regularmente.Mas o ato de boa vontade do soberano de Pêkché veio provocar conflitos entre os ministros do Império, pois o Japão possuía já sua religião desde os tempos remotos: o Xintoismo. Embora este fosse politeísta, isto é, acreditasse na existência de numerosos deuses, muitos não queriam trocá-la pela religião budista. Contudo, um outro grupo, de mentalidade mais avançada, queria adotar a religião procedente da Índia por achá-la mais moderna. Esta foi à origem do choque entre os clãs Soga e Mononobe. Enquanto os Soga eram a favor da aceitação da nova doutrina, os Mononobe se opunham a isso, o que foi causa de sangrentas lutas entre ambos. Dentro dessa confusão, os “sutras” foram destruídos e a imagem de Buda atirada dentro de um rio. Enquanto esse conflito se desenrolava, na corte a família imperial e seus afilhados também discutiam o caso e, finalmente, chegaram à decisão unânime de aceitar o Budismo, que foi considerado uma doutrina benéfica à evolução, sendo superior ao Shintoismo em todos os pontos. Essa decisão imperial e a vitória dos Sogas contribuíram para a implantação do Budismo, religião de Shakyamuni, no “País do Sol Nascente”.


Basicamente isso que aconteceu no Periodo Yamato! 

Especial História do Japão - De Onde Vieram os Japonêses?

Bom, claro.. não podemos falar que eles simplesmente brotaram do Chão, como aqueles amigos seus que quando você compra bala na escola, eles brotam do Chão na sua frente e já saem catando todas as suas balas!

Nos estudos de Alguns Antropólogos (quem estuda sobre os Homens, e a Humanidade) dizem que o Japão já era Habitado a mais de 10 mil anos atrás. Outros dizem que este fato é mais recente!

Em 1949, um jovem mascote, ao dirigir-se à província de Gunma, descobriu uma pequena lasca de pedra prata (obsidiana) sobre uma rampa de terra vermelha: era uma ponta de lança. Como a camada de terra vermelha era constituída de cinza vulcânica acumulada no período neolítico (Idade da Pedra Polida), ficou esclarecido que nos tempos em que os vulcões se achavam em plena atividade o Japão já era habitado pelo homem.

Muitas pessoas não sabem dizer ao certo, de onde veio a população Japonesa. Muitos dizem que "Na época das grandes navegações, os Chineses, passaram pela Coreia e depois pelo Japão, deixando muito de sua cultura lá" - #Fato - Claro, muito da Cultura Japonêsa veio da Chinesa, principalmente muito da Escrita (o Kanji veio da China, e os Japonêses adaptaram) .
Outros dizem que ouve uma Migração dos Habitantes da Coréia e eles pararam no Japão.

Muitas pessoas falam de mais, mas ninguem sabe o que aconteceu de verdade, pois falar de história é complicado, sendo que ninguém pode afirmar ao certo o que aconteceu... As pessoas(os Historiadores) só falam o que acham ser mais correto.


É isso!! XD.. jájá teremos mais!

Especial História do Japão - Como se formou o Arquipélago

Como muitas pessoas que já passaram pela 4ª Série/5º Ano Que os continentes existentes hoje neste Planeta a qual Chamamos Terra, foi um só continente, ligado... Chamado Pangeia!

Isso é no que os nossos professores de Geografia nos falam, mas ninguém tem toda a certeza, pois, ninguem nunca inventou uma máquina do tempo a não ser o Timmy Turner que tem uma moto que volta no tempo e  Phineas e Ferb que Concertaram a máquina do tempo  !


O atual Mar do Japão, segundo alguns geólogos, era um lago e o clima do território, bem quente. Chovia em abundância e havia densas florestas habitadas por rinocerontes, elefantes, tigres e muitos outros animais tropicais, de tamanho maior que os exemplares da fauna atual.
No tempo da convulsão telúrica, o continente asiático também sofreu uma grande transformação; uma enorme parte da terra afundou-se e o lago ali existente tornou-se o mar que hoje separa o território nipônico do continente asiático. Com a chegada, da era glacial, o Japão foi também coberto por grossas camadas de gelo. Tempos depois, surgiram vulcões em constantes explosões acompanhadas de chuvas torrenciais, o que, aos poucos, provocou o desaparecimento dos animais gigantescos(como mostra o filme 'Era do Gelo' e também 'Dinossauros'). Em seu lugar, mais tarde, apareceu o homem.

É basicamente isso! XD
     



Especial História do Japão - Introdução

Bom dia tarde minna! Tudo bem com vocês?
Bom, como prometido, eu deixei minha vida social para ficar postando aqui, amo o blog farei o Especial História do Japão!

Introdução


Para quem não sabe, o Japão é um Arquipélago formado por Quatro Ilhas (as chamadas de principais). São elas: Hokkaido, Honshu, Shikoku e Kyushu. O Arquipélago onde está situado o Japão, É separado do continente Asiático por alguns Quilômetros de Mar, e do contintente Americano, pelo Oceano Pacífico. Isso fez com que O Japão ficasse Isolado por muitos séculos.

O Arquipélago que forma o Japão se extende em torno de 370 Mil Km², Porem, pouca parte deste é plana, tendo o Japão Várias Montanhas (Yama やま 山) . A montanha mais famosa do Japão, é o Monte Fuji (Chamado lá de  'Fujisan'  ), que mede em torno de 3.776 metros, e falei dele alguns post's atrás, pois o Governo Japonês quer torná-lo um Patrimônio Mundial (clique aqui).


O clima do Japão é ameno, sendo as quatro estações bem distintas. A primavera é o descortinar das maravilhas da natureza: o desabrochar das flores, entre as quais a cerejeira, símbolo da nação, o verde mimoso a brotar nos ramos despidos das árvores.

O verão, quente e úmido, começa após uma temporada de chuvas contínuas (Tsuyu), em meados de junho.

O outono é a estação mais agradável; o céu límpido, de um azul mais profundo, e as matas, após as primeiras geadas, cobrem-se com o colorido vivo das folhagens, que estão destinadas a cair ao entrar o inverno.

O inverno, rigorosíssimo ao norte do território, é acompanhado de nevascas violentas; porém, nas regiões sulinas, é mais suave e, muitas vezes, agradável, com os dias de sol a brilhar.


Esta foi uma Pequena Introdução! Obrigado Minna


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Japão quer que Monte Fuji Seja designado Patrimônio Mundial

Minna, espero que todos conhecam o Fuji san (como é chamado o Monte Fuji lá no Japão). Uma montanha muito bela!
Na quarta-feira, o governador da província de Yamanashi, Shomei Yokouchi, e o vice-governador da província de Shizuoka, visitaram a Agência Japonesa de Assuntos Culturais. Eles submeteram ao chefe da agência, Seiichi Kondo, um esboço da candidatura para a admissão na lista de Patrimônios Mundiais.

A decisão da candidatura do Monte Fuji como Patrimônio Mundial fora feita 4 anos atrás, mas funcionários do setor local de turismo foram contra a proposta alegando inquietações de que tal procedimento resultaria em controles mais severos.

O esboço final, submetido com a aprovação dos funcionários do setor de turismo, ressalta o significado religioso do Monte Fuji, bem como seu valor artístico, como tema de impressões em madeira do popular 'ukiyoe'.
O governo tenciona registrar a candidatura com a UNESCO até o final de agosto, e as deliberações deverão acontecer em meados do ano 2013.



Esta é a noticia minna!! xD


Até daqui a pouco!!

sábado, 16 de julho de 2011

Dia da Musica

Pois éé.. hoje, é o dia da musica!! pelo menos a @scandal_rina disse a mais ou menos uma hora atrás.

Ima kara meiku. Ongaku no hi! Madamada tsuzuku zo ̄ ♪
Faça ainda agora. Dia da musica! Ainda tem tempo ♪

Sim... Se formos analizar, isso foi ontem no Japão e Hoje aqui no Brasil! 

Então Resolvi Fazer um Post sobre a Musica no Japão... e tem mais ainda por Hoje Como 

L'arc~en~ciel dedicado ao 'Medeiros Xd'

Taiko

E muito Mais! 

Vamos ao post!! xD



A Musica Japonesa divide-se, tecnicamente, em duas partes: a Clássica e a Folclórica ... Mas atualmente, está entrando a POP ... como as bandas que eu normalmente falo aqui! 

A Tradicional é classificada por Eras.. digamos assim! 

Era Nara

"Durante a era Nara (710-794) houve no Japão um forte intercâmbio cultural com a China. Neste período foi introduzido o Gagaku no Japão, que viria a se tornar a música da côrte japonesa.
O desenvolvimento musical se deu na era seguinte, a era Heian (794-1192). As músicas que vieram do continente asiático passaram por um processo de sofisticação passando a ter características claramente japonesas. O Gagaku passa a ser cultivado pela nobreza. Ela é uma música solene muitas vezes acompanhado de dança, executado com instrumentos de sopro (Sho - harmônica, Hichiriki - flauta vertical de palheta simples, Ryuteki e Komabue - flautas horizontais), intrumentos de corda (Sô e Wagon - tipos de koto, harpas horizontais;Biwa - espécie de balalaika) e instrumentos de percussão (Taiko, Kakko, tsuzumi).
Nas eras posteriores Kamakura (1192-1333) e Muromachi (1338-1573) houve o crescimento do teatro. Tendo como base as apresentações comicas populares (sarugaku) e as danças dos camponeses plantadores de arroz (dengaku) surgiu o teatro Nô. As peças eram acompanhadas por um coro de oito vozes (utai) e um conjunto instrumental (Hayashi) formado por uma flauta (Nôkan) e três tambores (ko-tsuzumi, ô-tsuzumi - tambores portáteis pequeno e grande, taiko - tambor fixo). O teatro nô era apreciado pela classe militar de alto escalão, que dominava o Japão na época." - por Wikipedia 

Como podemos observar, a Era Nara foi uma era onde são marcadas aquelas musicas clássicas, normalmente acompanhada de danças... Por exemplo, no Festival do Japão que teve no mês passado em Campinas no Nippo, muitas das apresentações de canto ou de dança acompanhavam musicas desta época. 

"Mas, Batata... como que essa musica foi passada através de tantos séculos?" 

Assim como as poesias nas épocas dos Trovadores (aulinha de portugues), eles passavam as Trovas (cantigas) falando para familiares ou até mesmo em apresentações. 

Era Azuchi-Momoyama

"A era Azuchi-Momoyama (1573-1603) apesar de curta foi muito fertil em termos culturais. Foi nesta época que houve o estabelecimento e a consolidação das diversas artes tradicionais do Japão como o Ikebana e a Cerimônia do Chá. Musicalmente houve um grande desenvolvimento nos instrumentos. As flautas antigas evoluiram para o Shakuhachi, o Sô usado no Gagaku com cordas mais flexiveis ficaram mais brilhante e se tornaram os atuais Koto, o antigo Biwa foi substituido pelo Shamisen espécie de banjo com três cordas percutidas por um plectro. A união destes três instrumentos formou o Sankyoku. As eras anteriores foram marcadas pelas guerras internas que terminaram com a entrada da era Edo (1603-1867). Com a ascensão da classe mercantil, o sankyoku adquiriu grande popularidade."  - por Wikipedia 


As duas fotos são de dois instrumentos informados no texto. A primeira, a Flauta Shakuhachi, e o segundo aqui em cima, o Koto. 

O Ikebana, Também informado no Texto, é onde fazemos arranjos florais que são destinados a Buda.

Era Edo

"Durante a era Edo, a música para Koto chamado Sôkyoku, era tocado quase que somente pelos cegos, e pelas mulheres e jovens dos comerciantes mais abastados e dos militares de grau mais alto, fazendo parte de sua formação cultural. Na primeira metade do século XX, com o advento das gravações e do rádio, o Sôkyoku, sofreu um processo de popularização principalmente pelas mãos de Michio Miyagi que incorporou técnicas e arranjos inovadores na antiga música do Japão."  - por Wikipedia 


Michio Miyagi foi um grande compositor que revolucionou o uso do Koto. Michio compôs mais de 350 musicas. Perdeu a visão em 1902, quando tinha apenas 8 anos, e começou a estudar Koto pela orientação do Nakajima Kengyo II. Abaixo temos uma foto do Memorial Hall e após uma foto dele! 



As Musicas Folclóricas são chamadas de Min'yô 

Min'yô

"As músicas folclóricas japonesas (min'yō) podem ser agrupadas e classificadas de muitas maneiras mas é frequentemente conveniente pensar em 4 principais: canções de trabalho, canções religiosas (como sato kagura, uma forma shintoísta de musica), canções usadas para casamentos, funerais, e festivais (matsuri, especialmente Obon), e canções infantis (warabe uta). No min'yō, cantores são tipicamente acompanhados por três músicos que tocam alaúde conhecido como sangen, bateristas de taiko, e a flauta shakuhachi. Outros instrumentos que acompanham são flautas transversais conhecidas como shinobue, um sino conhecido como kane, um tsuzumi, e um koto. Em Okinawa, o instrumento principal é o sanshin. Esses são os instrumentos japoneses principais, mas os modernos, como guitarras elétricas e sintetizadores, é ainda usado nos dias de hoje, quando cantores enka fazem demonstrações das músicas." - por Wikipedia 

"O sanshin é um instrumento tricórdio, e compõe-se essencialmente de uma caixa acústica forrada de couro de cobra – ou de materiais sintéticos.  O sanshin é o instrumento musical mais importante e popular de Okinawa.
Acredita-se que a origem do sanshin é de mais de 4000 anos, no Egito, passando pela Índia, China, Okinawa, e disseminando pelo Japão como shamisen.
Muitas pessoas chamam o sanshin equivocadamente de shamisen, mas o ideograma é distinto, e o shamisen é uma evolução do sanshin de Okinawa." - por site nao identificado


Minna, por enquanto é isso.. minhas mãos doem, e estou com fome.. é
Jaá já.. Taiko aqui!


domingo, 10 de julho de 2011

Lenda sobre Criação do Japão

A Lenda está escrita no livro mais antigo do Japão, o Kojiki. 


No princípio do mundo o céu e a terra separaram-se e entre eles surgiu o 'Takama-no Hara' (Terra dos Deuses), e ali nasceram diversas divindades que passaram a habitar o território sagrado.




A terra ainda não estava solidificada mais parecia-se a um pantanal de lodo, onde cresciam arbustos e ervas daninhas. E em meio a tudo isso, nasceram outros deuses e entre eles o casal 'Izanagui e Izanami', criadores do arquipélago japonês.

Certo dia, Amatsugami (Deus do Céu) deu a 'Izanagui' uma arma enfeitada e confiou-lhe a tarefa de criar o Japão. Então, 'Izanagui' e sua esposa 'Izanami' dirigiram-se para a 'Ponte do Céu' e no meio dela pararam para observar a terra viscosa lá em baixo.

Logo Izanagui esticou o braço e enfiou sua arma sagrada dentro da lama remexendo-a. Quando retirou a arma caíram algumas gotas de lama da ponta, que logo cristalizaram-se em sal e por sua vez transformaram-se em uma ilha.


Vendo a ilha que acabaram de criar, 'Izanagui' e sua esposa 'Izanami' atravessaram a 'Ponte do Céu' e desceram aqui para a terra, onde fizeram um acordo entre si para criar novas ilhas, dando assim origem ao arquipélago japonês.



A Lenda é Bem simples! XD
Até mais! *--*

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Receita! Ramen

Pois é, como disse, o segundo post, meu, de hoje seria uma Receita!
Receita escolhida por @_okashii ! Siga ela no TWITTER.

Ramen, vocês devem estar ser perguntando

Galera minima que lê o Blog - "o que diabos seria um Ramen?"


Pois é, aqui no Brasil conhecido como Kinojo Miojo, o Ramen foi criado no japão em 28 de Agosto de 1958, com o nome de Chiken Ramen (Miojo sabor galinha).

Para Fazer o Ramen, você necessitará de :


- 3/4 de copo americano de farinha de trigo, e mais um bocado
- 1 ovo
- mais ou menos 3/4 de colher de sopa de sal (ou a gosto)
- mais ou menos uma colher de sopa de água (dependendo da farinha e da umidade)

Obs.: Você poderá fazer o dobro, ou quadruplo, ou quantas vezes você quiser, mas lembre-se : Ficará mais dificil de bater.

1º junte todos os ingredientes secos numa tigela, e depois faça um buraco no centro. Numa outra vasilha, junte a água e o ovo (de preferência tire a “pelinha” da gema) e bata. Coloque essa mistura no buraco feito e lentamente misture os ingredientes.

2º agora que seus ingredientes estão juntos, amasse a massa com a mão. A massa deve ser mais durinha que a uma massa de pão. A massa estará pronta quando não estiver mais grudando na mão. Para ter certeza do ponto, você deve levantar a sua mão e a massa deve cair em um segundo. Se ela estiver muito grudenta, coloque mais farinha e se estiver muito dura coloque um pouco d’água (e esse um pouco é um quase nada!). Agora amasse, bata, espanque, sufoque, dance com ela (sério! uma das maneiras que os japoneses amassam essa massa é pisando nela!). Depois de verificar se está certo, faça uma grande bola com ele

3º você deve deixar a massa descansar para conseguir fazer um macarrão fininho. Coloque a massa envolta em um pano de prato úmido (ou seja, nem muito seco nem muito molhado…), por pelo menos 30 minutos em dias quentes e 2 horas em dias frios.

4º se você está fazendo mais de uma receita, separe a massa no numero de receitas que fez (ou seja, se fez duas receitas, separe em 2, 3 receitas e 3 e assim em diante). Polvilhe farinha de trigo em uma superfície limpa e um pouco envolta da massa e, com um rolo de macarrão ou uma garrafa, abra a massa. Se conseguir, deixe a massa com um milímetro de espessura (isso no olhometro, tá?). Se a massa começar a grudar, espalhe um pouquinho de farinha, e se ela começar a “querer voltar ao seu estado original”, espere um ou dois minutos e abra a massa novamente

5º a faca que você vai cortar tem de estar afiada, se não corre o risco de estragar tudo. Coloque mais farinha em cima da massa, para que a faca não grude no macarrão. Dobre a massa no meio, e não se preocupe com a quantidade grade de farinha, já que quando for cozinhar ela vai ficar na água! Agora comece a cortar a massa do tamanho que quiser, e ainda se quiser colocar mais farinha coloca (não vai doer nada, e é melhor ser precavido). Depois de terminar de cortar, dê uma mechidinha no macarrão para ele não grudar. Se ainda estiver muito inseguro, mais farinha!

6º a água deve estar fervendo na hora que você colocar o macarrão, e antes de colocar coloque um pouco de sal nela. Ah! E a quantidade de água é um pouco superior do que você colocaria num Miojo… depois de colocar o macarrão, mecha ele de leve com um pauzinho (ou se não tiver com um garfão). Quando o macarrão começa a flutuar na água (isso mesmo, quando você coloca ele afunda), está na hora de tirar. Se o macarrão estiver fininho, o tempo de cozimento é cerca de 4 minutos. Você também pode cozinhar alguns legumes ou carnes junto do macarrão. Coloque para escorrer

7º como molho você pode soltar a imaginação. aconselho você a usar um pouco de pózinho de caldo de galinha (isto é, Knor) ou molho de seja (isto é, Miso, que é o que um bom oriental usaria), ou ainda o pózinho de Miojo em casos extremos. Algum caldo que saiba fazer também vai bem com a massa. Carne e legumes são precisos num rámen. E se quiser aproveitar a massa em outros pratos, bacana.

Até o proximo post! 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

66 Anos da Batalha de Okinawa

A província de Okinawa, no extremo sul do Japão, relembrou na quinta-feira os 66 anos do fim de uma das batalhas em terra mais sangrentas ocorridas no final da Segunda Guerra Mundial.

Cerca de 5 mil pessoas, incluindo familiares das vítimas, participaram de uma cerimônia no Parque Memorial da Paz, em Itoman, local onde ocorreu a última grande batalha em terra.

Os participantes observaram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. Mais de 200 mil pessoas, incluindo 120 mil civis, perderam a vida na Batalha de Okinawa, que envolveu o antigo Exército Imperial Japonês e as forças militares dos Estados Unidos.

Em sua declaração de paz, o governador de Okinawa, Hirokazu Nakaima, afirmou que o povo okinawano continua a carregar um enorme peso na forma das bases militares americanas sediadas na província, além de crimes, acidentes e poluição sonora decorrentes disso.

Nakaima declarou que vai continuar a pressionar os governos do Japão e dos Estados Unidos para que transfiram rapidamente a base aérea dos fuzileiros navais americanos de Futenma para fora de Okinawa.

O primeiro-ministro japonês Naoto Kan, por sua vez, afirmou que é uma verdadeira vergonha que Okinawa ainda precise se livrar da sobrecarga imposta pelas bases americanas, mesmo passados 39 anos da devolução da província ao Japão.

Kan prometeu que o governo central fará todo o possível para reduzir a sobrecarga e os perigos provenientes das instalações militares dos Estados Unidos.